Lástima.
Ontem fiz conexão com os sons do mundo e compus uma canção. Porem, tal canção não passou do meu imaginário. Não a gravei em lugar nenhum, não cantei pra ninguém.
Ontem fiz conexão com os sons do mundo e compus uma canção. Porem, tal canção não passou do meu imaginário. Não a gravei em lugar nenhum, não cantei pra ninguém.
Fiquei solfejando a melodia no caminho pra casa.
Chegando em casa, tive a intenção de grava-la, mas fiquei em outras circunstâncias.
Era a obra-prima! Agora minha ventura teve fim. Puft! Esqueci. Esqueci como era. Só o nada. Quero me lembrar. Já fiz todas as posições com a cabeça, respirei, já fiquei no silêncio, mas nada do que lembro se parece com o que era ontem. Que agonia. Não há backups que eu posso fazer, como vou pedir para penetrarem meu hardware? Eu quero lembrar.
É horrível quando algo se perde na mente. Fica na ponta da língua e de lá não sai.
O esforço para lembrar torna tudo pior.
O que eu posso fazer é esperar.
Se houve a música, há de emergir uma hora.
Não é assim que costuma ser?
Era a obra-prima! Agora minha ventura teve fim. Puft! Esqueci. Esqueci como era. Só o nada. Quero me lembrar. Já fiz todas as posições com a cabeça, respirei, já fiquei no silêncio, mas nada do que lembro se parece com o que era ontem. Que agonia. Não há backups que eu posso fazer, como vou pedir para penetrarem meu hardware? Eu quero lembrar.
É horrível quando algo se perde na mente. Fica na ponta da língua e de lá não sai.
O esforço para lembrar torna tudo pior.
O que eu posso fazer é esperar.
Se houve a música, há de emergir uma hora.
Não é assim que costuma ser?
4 comentários:
Fábio, Franco é você não é? Como foi que você me encontrou?!
Sou um translúcido com uma mente de boas lembranças... Nas horas vagas (cada vez mais escassas), sim sou eu!
"Importante não é como cheguei, mas que aqui estou"
Com amor*
ainda bem que é temporário.
depois dos quinze as coisas mudam
Postar um comentário